Categoria Notícias

‘ChatGPT no WhatsApp’ transforma áudios em texto e cria imagens; veja como usar

Assistente LuzIA pode ser usada para pedir dicas em assuntos como culinária e filmes, além de escrever e revisar textos. Desde seu lançamento, ela foi usada em mais de 2 milhões de números de celular no Brasil.




Mais de 2 milhões de pessoas no Brasil já acessaram uma assistente virtual criada para se tornar o primeiro destino de quem busca informações na internet. Disponível no WhatsApp e no Telegram, ela transforma áudios em texto com ajuda da inteligência artificial do ChatGPT.

Batizada de LuzIA, a ferramenta é gratuita e não exibe anúncios, mas possui limitações em alguns de seus recursos (veja mais detalhes abaixo). Para usá-la, basta enviar uma mensagem no WhatsApp ou no Telegram para (11) 97255-3036.


Avatar da LuzIA, assistente que funciona como ChatGPT no WhatsApp




Na primeira interação, a robô explica que os usuários podem perguntar como preparar uma receita culinária, pedir dicas de filmes, tirar dúvidas sobre tarefas domésticas ou de trabalho, revisar e traduzir textos, entre outros.

A LuzIA usa três modelos de inteligência artificial e, a partir deles, é capaz de:

💬 Interagir de forma ilimitada por meio de mensagens de texto (GPT 3.5, da OpenAI);
🔊 Transformar áudios de até 10 minutos em texto (Whisper, da OpenAI);
🖼️ Criar até 5 imagens por dia a partir de descrições em texto (Stable Diffusion, da Stability AI).

A ferramenta está disponível em mais de 40 países e seu principal mercado é o Brasil, onde ela foi lançada em meados de julho. Agora, a empresa trabalha para lançar um aplicativo próprio da assistente e para demonstrar que ela pode ser importante no dia a dia dos usuários.

“Perguntar à LuzIA é mais rápido do que ir ao Google”, defendeu o cofundador e diretor de marketing da LuzIA, Javier Andrés

“E para manter os usuários, só há um caminho: ser útil para eles. Queremos educar nossos usuários a compreender onde está o potencial e como podemos ajudá-los a tornar suas vidas mais fáceis em tudo o que estão interagindo”.




Como converter áudio em texto


O recurso de converter áudios em texto é um dos mais usados da LuzIA, de acordo com os criadores da assistente. No Brasil, ela transcreveu 205 mil mensagens de voz, que, somadas, representam 115 mil minutos ou 80 dias de áudios.

Para ativar a funcionalidade, basta encaminhar a gravação que você recebeu de outras pessoas, o que fará a transcrição começar automaticamente. Segundo os desenvolvedores, o conteúdo do áudio protegido pela criptografia de ponta a ponta do WhatsApp.

“Muitas pessoas ou não gostam ou não podem ouvir áudios porque estão em uma reunião ou algum lugar assim. Então, elas podem encaminhar a mensagem de áudio para a LuzIA”, diz o executivo.



Como criar imagens


Outra opção disponível na assistente, o recurso de criação de imagens foi usado mais de 700 mil vezes no Brasil. Ele é baseado na inteligência artificial Stable Diffusion, que permite fazer desenhos novos ou criar releituras de algo que já existe.

A funcionalidade pode ser ativada ao enviar uma mensagem com a palavra “imagine” e a descrição do que deve ser desenhado.

Os desenvolvedores da LuzIA afirmam que o recurso foi atualizado e, agora, pode criar imagens com mais resolução e receber comandos de áudio.

Outra opção disponível na assistente, o recurso de criação de imagens foi usado mais de 700 mil vezes no Brasil. Ele é baseado na inteligência artificial Stable Diffusion, que permite fazer desenhos novos ou criar releituras de algo que já existe.

A funcionalidade pode ser ativada ao enviar uma mensagem com a palavra “imagine” e a descrição do que deve ser desenhado.

Os desenvolvedores da LuzIA afirmam que o recurso foi atualizado e, agora, pode criar imagens com mais resolução e receber comandos de áudio.




Como ativar outras personalidades


Para o diretor de marketing da LuzIA, a assistente pode ser tornar muito próxima dos usuários. “Para eles, é como ter uma amiga que está sempre disponível, que sempre guardará um segredo e não irá te julgar”, diz.

Essa relação pode ser construída com a ajuda das nove personalidades disponíveis na LuzIA. Além da versão padrão, é possível fazê-la escrever como se fosse uma amiga, um profissional de marketing ou personagens como Hermione, de Harry Potter, e Mestre Yoda, de Star Wars.

Para ativar outras personalidades da assistente, basta enviar uma mensagem com o comando “/amigo”.


Crescimento no Brasil


Mais de 42 milhões de perguntas foram enviadas à LuzIA desde o seu lançamento no Brasil, o que não era esperado pelos criadores da plataforma.

“Sabíamos que o Brasil para nós seria algo muito grande. Mas ficamos totalmente surpresos com o quão grande está sendo. É o nosso mercado que mais cresce, muito à frente do restante”, afirmou Andrés.


Para o executivo, parte desse resultado é explicada pela popularidade do aplicativo de mensagens. “O WhatsApp é realmente universal e acho que foi uma das principais razões pelas quais crescemos tão rápido. Todo mundo tem e todo mundo sabe usar o WhatsApp”.

Google testa marca d’água para sinalizar imagens criadas por IA

Os geradores de imagens de IA se tornaram populares, como a famosa ferramenta Midjourney, que ostenta o número de mais de 14,5 milhões de usuários.

O SynthID identificará imagens geradas por máquinas — Foto: Google Deepmind via BBC

O desenvolvimento cada vez mais rápido das ferramentas de inteligência artificial (IA) tem criado um temor crescente: o aperfeiçoamento das imagens “deep fake” a um ponto em que seja quase impossível diferenciá-las de registros reais.

Para tentar combater isso, o Google está testando uma marca d’água digital para detectar e sinalizar imagens feitas por IA.

Desenvolvido pela Deepmind, o braço de IA do Google, o SynthID identificará imagens geradas por máquinas.

Ele funciona incorporando alterações em pixels individuais nas imagens, de modo que as marcas d’água sejam invisíveis ao olho humano, mas detectáveis pelos computadores.

Mas a DeepMind disse que o sistema não é “infalível contra a manipulação extrema de imagens”.

À medida que a tecnologia evolui, torna-se cada vez mais complexo saber a diferença entre imagens reais e imagens geradas artificialmente, como mostra o questionário, em inglês, AI ou Real da BBC Bitesize.

Os geradores de imagens de IA se tornaram populares, como a famosa ferramenta Midjourney, que ostenta o número de mais de 14,5 milhões de usuários.

Eles permitem que as pessoas criem imagens em segundos, inserindo instruções de texto simples. Isso levanta questões sobre direitos autorais e propriedade em todo o mundo.

O Google possui seu próprio gerador de imagens chamado Imagen. O novo sistema de criação e verificação de marcas d’água só se aplica a imagens criadas com esta ferramenta.

Invisível

Marcas d’água são normalmente um logotipo ou texto adicionado a uma imagem para mostrar a propriedade, além de parcialmente dificultar a cópia e uso da imagem sem permissão.

Elas estão nas imagens usadas no site da BBC News, que geralmente incluem uma marca d’água de direitos autorais no canto inferior esquerdo.

Mas esses tipos de marcas d’água não são adequados para identificar imagens geradas por Al porque podem ser facilmente editadas ou recortadas.

As empresas de tecnologia usam uma técnica chamada hashing para criar “impressões digitais” de vídeos de abuso conhecidos, para que possam identificá-los e removê-los rapidamente, caso comecem a se espalhar online.

Mas esses também podem ser corrompidos se o vídeo for cortado ou editado.

O sistema do Google cria uma marca d’água efetivamente invisível, que permitirá que as pessoas usem seu software para descobrir instantaneamente se a imagem é real ou feita por uma máquina.

Pushmeet Kohli, chefe de pesquisa da DeepMind, disse à BBC que seu sistema modifica imagens de maneira tão sutil “que para você e para mim, para um ser humano, não muda nada”.

Ao contrário do hashing, disse ele, mesmo depois que a imagem é posteriormente cortada ou editada, o software da empresa ainda pode identificar a presença da marca d’água.

“Você pode mudar a cor, pode mudar o contraste, pode até redimensioná-lo… [e o DeepMind] ainda será capaz de identificar que é gerado por IA”, disse ele.

Mas ele alertou que este é um “lançamento experimental” do sistema e que a empresa precisa que pessoas o utilizem para entender o quão robusto ele é.

Padronização

Em Julho, o Google foi uma das sete empresas líderes em inteligência artificial a assinar um acordo voluntário nos Estados Unidos para garantir o desenvolvimento e utilização seguros da IA, que incluía garantir que as pessoas fossem capazes de detectar imagens feitas por computador por meio da implementação de marcas de água.

Kohli disse que essa foi uma medida que reflete esses compromissos, mas Claire Leibowicz, do grupo Partnership on AI, disse que é preciso haver mais coordenação entre as empresas.

“Acho que a padronização seria útil para a área”, disse ela.

“Existem diferentes métodos que estão sendo testados, precisamos monitorar o seu impacto – como podemos obter melhores relatórios sobre quais estão funcionando e para que fim?”

“Muitas instituições estão explorando métodos diferentes, o que acrescenta dois graus de complexidade, já que nosso ecossistema de informação depende de métodos diferentes para interpretar e definir se o conteúdo é gerado por IA”, disse ela.

A Microsoft e a Amazon estão entre as grandes empresas de tecnologia que, assim como o Google, se comprometeram a colocar marcas d’água em alguns conteúdos gerados por IA.

Além das imagens, a Meta publicou um artigo de pesquisa para seu gerador de vídeo inédito Make-A-Video, que afirma que marcas d’água serão adicionadas aos vídeos gerados para atender a demandas semelhantes de transparência em trabalhos gerados por IA.

A China proibiu completamente as imagens geradas por IA sem marcas d’água no início deste ano, com empresas como a Alibaba aplicando-as a criações feitas com a ferramenta de conversão de texto em imagem de sua divisão de nuvem, a Tongyi Wanxiang.

Fonte: G1

Entenda o que é um ‘hacker’ e a diferença para ‘cracker’

Para separar o hacker ‘do bem’ e ‘do mal’, foram criados os termos white hat, grey hat e black hat, que organizam as atividades; veja o que cada um significa.

Embora seja popular e conhecido há muito tempo, o termo “hacker” tem outros significados e ainda gera confusões de entendimento na comunidade.

Em termos gerais, o “hacker” é aquela pessoa que busca falhas de segurança e ajuda a empresa a resolver essas vulnerabilidades. Enquanto, o “cracker” é o “hacker do mal”, que rouba senhas e implementa vírus, por exemplo.

Esses nomes foram subdivididos em “chapéus”: white hat, grey hat e black hat, que organizam essas atividades.

O que é um ‘hacker’

Começando pelo mais popular, “‘hacker” é o nome que foi dado para a pessoa que fuça em sistemas computacionais. Normalmente, o objetivo de um hacker é fazer com que um sistema faça algo que não foi projetado para fazer”, explica Lucas Lago, membro do Instituto Aaron Swartz de Ciberativismo.

Popularmente, ele é chamado de “hacker ético” ou “hacker do bem”. Até mesmo empresas de tecnologia costumam adotá-los em competições de busca de falhas de segurança em seus sistemas. Só que, ao mesmo tempo, ambos são considerados negativos pela comunidade de cibersegurança:

“Isso porque não existe ‘hacker do bem’ e ‘hacker do mal’. O ‘hacker do mal’ é meramente um criminoso. Ninguém fala ‘frentista do bem’ e ‘frentista do mal’, por exemplo”, diz Marina Ciavatta, especialista em conscientização em segurança da informação.

E o ‘cracker’ nessa história?

Já o “cracker” seria o hacker mal-intencionado, que aproveita dessas habilidades computacionais para obter vantagens e causar danos.

“Nesse caso, é a pessoa que explora vulnerabilidades para o mal, para extorquir, difamar, para vazar informação confidencial, por exemplo”, explica Angelo Zanini, coordenador do curso de engenharia de computação do Instituto Mauá de Tecnologia (IMT).

Geraldo Guazzelli, diretor-geral da Netscout Brasil, explica que, muitas vezes, os “crackers têm as mesmas capacidades, aptidões e conhecimento técnicos de um hacker”.

Classificação de chapéus

Como alternativa ao “hacker ético” e ao “cracker”, foram criados três termos menos polêmicos: white hat, grey hat e black hat. Traduzindo para português, chapéu branco, chapéu cinza e chapéu preto, respectivamente. Veja o que é cada um:

  • White hat: é o mesmo que o “hacker ético”, um profissional de segurança dedicado apenas a proteger sistemas;
  • Grey Hat: é a pessoa que vai mexer em sistemas que estão no ar, sem autorização. Mas ao descobrir uma falha, vai reportar aos responsáveis ou fazer algo que comprove a falha, mas sem efeito nocivo – aqui vai entrar a maioria dos pesquisadores independentes, explica Lucas Lago.
  • Black hat: é o criminoso. É a pessoa que vai abusar de sistemas para benefício próprio.

“Sendo assim, ‘cracker’ seria o ‘black hat’. Eu gosto da classificação dos chapéus porque ela dá a ideia de que uma pessoa pode transitar livremente entre eles. Não é um negócio estático”, explica Lago.

“Por exemplo, um pesquisador que na universidade é um white hat pode no tempo livre atuar como gray hat – mas vai continuar sendo um hacker“, finaliza.

Fonte: G1

Elon Musk quer remover a função bloquear no X, antigo Twitter

Comentário feito por usuários e anexado à publicação do bilionário contextualiza que decisão pode trazer problemas à rede social em plataformas da Apple e do Google.

O bilionário americano Elon Musk anunciou seu desejo de excluir a função bloquear do X (antigo Twitter), rede social de sua propriedade. Com ela, pessoas podem impedir que determinados usuários vejam suas publicações ou receber mensagens deles.

O “block (bloquear) será uma função excluída, exceto pelas DMs”, em referência às mensagens diretas entre usuários da rede, publicou Elon Musk na sexta-feira.

O recurso que permite bloquear foi projetado para restringir a interação entre determinadas contas na plataforma.

A publicação de Musk, no entanto, depois recebeu um anexo feito pelos usuários da rede social sobre como a decisão pode prejudicar o aplicativo.

“Se a habilidade de bloquear usuários fosse removida, X estaria em violação das políticas da App Store (da Apple), assim como da Play Store do Google. Potencialmente, isso poderia fazer com que o X fosse removido dessas plataformas”, diz um contexto adicionado pelos usuários que aparece junto do post do empresário.

“Não há políticas do tipo para o aplicativo para navegadores, no entanto.”

Musk, que comprou o Twitter por US$ 44 bilhões em outubro de 2022 (R$ 231,8 bilhões, na cotação do mesmo período), e renomeou como X, sempre justificou as mudanças na plataforma por seu desejo de maximizar a liberdade de expressão.

A rede social, usada mundialmente por pessoas das mais variadas esferas, viu sua receita publicitária despencar desde que o bilionário assumiu o controle – em parte como resultado do incentivo a todas as formas de expressão, que inclui discurso de ódio, e o retorno de contas de usuários extremistas.

Meta lançará em breve versão web de Threads

Sem data para lançamento, ideia da empresa é tornar a rede social mais útil para os usuários e competir com o antigo Twitter

A Meta, empresa responsável pelo Instagram, está pronta para lançar a versão web em sua nova plataforma de mídia social Threads, na esperança de ganhar uma vantagem sobre o X, antigo Twitter.

A versão web amplamente esperada tornará o Threads mais útil para usuários avançados como marcas, contas de empresas, anunciantes e jornalistas.

A Meta não deu uma data para o lançamento, mas o chefe do Instagram, Adam Mosseri, disse que isso pode acontecer em breve.

“Estamos próximos na web…”, disse Mosseri em um post no Threads na sexta-feira. O lançamento pode acontecer já nesta semana, segundo reportagem do Wall Street Journal.

O Threads foi lançado como um aplicativo para Android e iOS em 5 de julho e conquistou 100 milhões de usuários em apenas cinco dias. Este, porém, viu sua popularidade cair quando os usuários retornaram à plataforma mais familiar X após a corrida inicial para experimentar a nova oferta da Meta.

Mas em pouco mais de um mês, seus usuários ativos diários no aplicativo Android caíram para 10,3 milhões do pico de 49,3 milhões, de acordo com um relatório da plataforma de análise Similarweb, publicado no dia 10 agosto.

Enquanto isso, a administração está se movendo rapidamente para lançar novos recursos. Threads agora oferece a capacidade de definir notificações de postagem para contas e visualizá-las em um tipo de feed cronológico.

Em breve, lançará uma pesquisa aprimorada que pode permitir que os usuários pesquisem postagens específicas e não apenas contas.

Fonte: G1

Novidades no WhatsApp: fotos com alta definição, mensagens de vídeo e maior controle de privacidade

Usuários podem escolher a qualidade da imagem para melhorar a navegação da internet. Opções para restringir ligação de números desconhecidos e mensagens em vídeo estão entre as novidades.

O WhatsApp atualizou e disponibilizou na última quinta-feira (17) novos recursos para os usuários no Brasil. Agora é possível compartilhar fotos em alta definição.

Também estão disponíveis o recurso de verificação de privacidade e a opção de silenciar ligação de desconhecidos.

Há, também, a possibilidade de enviar mensagens de vídeo. Além disso, uma conversação com seu próprio número (bloco de notas) é uma outra novidade.

Veja abaixo como usar os novos recursos:

📷 Como utilizar imagens em HD?

Para enviar uma imagem em alta definição pelo WhatsApp, basta escolher o arquivo e selecionar o botão “HD” na tela com os outros recursos de edição do aplicativo. Se o ícone estiver desativado, a foto será enviada no que o app chama de “qualidade padrão”.

Segundo a Meta, empresa responsável pelo aplicativo de mensagem, as fotos em HD ainda serão um pouco compactadas para garantir que o envio e o recebimento ainda sejam rápidos.

Por exemplo, caso receba alguma imagem em HD, poderá escolher, caso a caso, se deseja manter a versão padrão (com uma qualidade menor) ou atualizá-la para HD.

📲Como silenciar chamadas de desconhecidos?

  • No canto superior direito da tela principal, clique nos três pontos;
  • Depois, clique em “configurações” e, em seguida, “privacidade”;
  • Selecione “silenciar pessoas desconhecidas”.

O recurso foi criado para maior privacidade e controle sobre suas chamadas recebidas. Ele ajuda a excluir automaticamente spam, fraudes e chamadas de pessoas desconhecidas para uma maior proteção.

🔒Como usar a verificação de privacidade?

  • No canto superior direito da tela principal, clique nos três pontos;
  • Depois, clique em “configurações” e, em seguida, “privacidade”;
  • Clique em “verificação de privacidade”.

O recurso para verificar privacidade tem o objetivo de fazer com que todas as pessoas conheçam as opções de proteção do aplicativo.

A opção “Iniciar verificação”, nas configurações de privacidade, levará você a diversas camadas de privacidade que reforçam a segurança das suas mensagens, chamadas e informações pessoais.

📹Como enviar mensagens de vídeo no WhatsApp?

  • Abra uma conversa no WhatsApp;
  • Depois, toque no botão de mensagem de áudio para trocar para o de vídeo;
  • Mantenha o botão pressionado para gravar ou deslize para cima para bloquear e gravar com as mãos livres.

O WhatsApp explica que os vídeos serão reproduzidos automaticamente no modo silencioso quando forem abertos na conversa. E, ao tocar nele, o som será ativado.

Fonte

Nossas redes sociais!

O melhor geito de contatar a gente é por meio de nossas redes sociais! Lá você pode checar nossos produtos, ficar por dentro de promoções e também de nossos serviços! Vou deixar aqui embaixo alguns links que você pode acessar!

Instagram Oficial: https://www.instagram.com/netsolutions.oficial/
TikTok Oficial: https://www.tiktok.com/@netsolutions.oficial

Google Chrome 90 vai usar HTTPS por padrão e acelerar carregamento de sites

Google Chrome está na versão 89, mas não por muito tempo: o Chrome 90 para Android e desktops já chegou à fase beta. Essa versão vai trazer uma novidade importante: a partir dela, o navegador assumirá, por padrão, que o endereço digitado pelo usuário começa com https://, característica que deve melhorar o carregamento das páginas.

É uma mudança bastante coerente, tanto que poderia ter sido implementada antes. Isso porque, hoje, a maior parte dos sites tem suporte a HTTPS — o símbolo de cadeado que praticamente todos os navegadores exibem na barra de endereços é a maneira mais fácil de comprovar isso.

A adoção do HTTPS ganhou força depois que o Google passou a sinalizar páginas HTTP como não seguras no Chrome. Além disso, o certificado virou critério de classificação nas buscas: se duas páginas possuírem conteúdo equivalente, a que tiver HTTPS tem mais chances de aparecer em posição privilegiada nos resultados.

Apesar disso, sempre que o usuário digita um endereço nunca antes acessado ali, o Chrome tenta entrar no site inserindo http:// no início da URL e só faz o acesso com https:// depois de ser redirecionado — ninguém digita um endereço como https://tecnoblog.net, mas algo como tecnoblog.net, então cabe ao navegador completar a URL.

Com a versão 90 (e sucessoras), o navegador tentará acessar um endereço digitado pelo usuário com https://. Se o site não tiver suporte a HTTPS ou se houver algum problema com o certificado, o Chrome tentará fazer o acesso com http://.

Essa é uma mudança simples, mas que, de acordo com o Google, poderá incrementar um pouco a segurança da navegação e, principalmente, tornar o carregamento de páginas com HTTPS mais rápidas.

Inicialmente, a mudança será direcionada ao Chrome 90 para desktops e Android, a ser liberado nas próximas semanas. A versão do navegador para iOS receberá o recurso em fase posterior.

Chrome 89 usa menos memória no Windows e aquece menos o Mac, segundo a Google

Google conhece bem a fama do Chrome e está trabalhando para melhorar isso na versão 89 de seu navegador. Segundo a empresa, a versão mais recente do Chrome traz melhorias que ajudam a usar menos memória, economizar energia e melhorar sua performance no geral. A Google relatou mudanças do Chrome 89 no WindowsMac e dispositivos Android, mas estranhamente não mencionou melhorias para o iOS.

Começando pelo Windows, onde a fama do Chrome usar muita memória já virou até meme, a Google diz que o Chrome 89 usa um alocador de memória mais avançado em mais áreas do navegador, o que permite um uso reduzido da memória. E isso vale para a versão Android do programa também. Segundo a empresa, seus testes mostraram redução do uso de memória de até 22% nos processos do navegador, de até 3% no uso da GPU e uma melhoria na responsividade geral de até 9%.

Essas melhorias no Android também economizam memória, mas menos. A Google relata que o Chrome 89 usa até 5% menos memória e oferece uma inicialização até 7,5% mais rápida. A empresa também promete carregamentos de página até 2% mais rápido e menos travamentos no app. Dispositivos high-end, com Android 10 ou mais recente, devem ver as páginas carregarem até 8,5% mais rápido, com um uso mais “fluido” em 28%.

Indo para o MacOS, o Chrome 89 passa a lidar com abas no background da mesma maneira que ele já faz em outros sistemas, trazendo uma economia de memória de até 8%, segundo a Google. A empresa destaca que uma das principais vantagens com as mudanças é a pontuação do navegador no impacto no uso da energia, algo que foi melhorado em até 65%. Isso deve manter o Mac mais frio durante o uso e, por consequência, mais silencioso, já que os ventiladores não vão precisar trabalhar tanto para resfriá-lo.

O Chrome 89 está disponível para download e, se você já usa o navegador e não mudou as configurações padrões, ele já deve ter sido atualizado automaticamente. Alternativamente, você pode clicar em “Sobre o Google Chrome” na aba “Ajuda”. O navegador vai verificar a versão atual e baixar a atualização, se precisar.

Intel vai liderar projeto de criptografia do Departamento de Defesa dos EUA

Programa de proteção de dados da Darpa visa tornar a criptografia totalmente homomórfica uma realidade

A Agência de Projetos de Pesquisa Avançada de Defesa (Darpa), ligada ao Departamento de Defesa dos Estados Unidos, anunciou quatro novas equipes de pesquisa, incluindo uma liderada pela Intel que tentará tornar a criptografia totalmente homomórfica (FHE) uma realidade prática.

A FHE sempre foi uma aspiração dos especialistas em criptografia, já que permite computação, análise e outros usos de informações criptografadas sem a necessidade de descriptografá-las. Isso ajudaria a encontrar um equilíbrio melhor entre a capacidade de usar dados confidenciais em toda a sua extensão e minimizar o risco de exposição.

A criptografia totalmente homomórfica é uma abordagem de segurança de dados que fornece prova matemática de criptografia usando meios criptográficos, fornecendo um novo nível de certeza sobre como os dados são armazenados e manipulados. Hoje, a criptografia tradicional protege os dados armazenados ou em transmissão, mas as informações devem ser descriptografadas para realizar um cálculo, analisá-las ou empregá-las para treinar um modelo de aprendizado de máquina. A descriptografia coloca os dados em risco, expondo-os a comprometimento por hackers experientes ou até mesmo vazamentos acidentais.

A FHE permite o cálculo de informações criptografadas, possibilitando que os usuários encontrem um equilíbrio entre o uso de dados confidenciais em toda a sua extensão e a eliminação do risco de exposição. Embora a FHE seja cada vez mais apresentada como um caminho viável a seguir, o problema até agora tem sido o poder de computação e o tempo necessário para conseguir isso. “Um cálculo que levaria um milissegundo para ser concluído em um laptop padrão demoraria semanas para ser calculado em um servidor convencional executando FHE hoje”, explica Tom Rondeau, gerente do programa de Proteção de Dados em Ambientes Virtuais (DPrive) na Darpa.

Para acelerar esse tempo de processamento de semanas para segundos ou milissegundos, a Darpa vai construir um acelerador de hardware como parte do DPrive, que em teoria ofereceria grandes avanços sobre as abordagens baseadas em software. O acelerador de hardware vai ser capaz de acelerar drasticamente os cálculos FHE, tornando a tecnologia mais acessível para aplicativos de defesa sensíveis, bem como para uso comercial.

As equipes de pesquisa anunciadas na segunda-feira, 8, pela Darpa são a subsidiária da Intel com foco em governo, a Intel Federal, a Duality Technologies, Galois e a organização sem fins lucrativos SRI International.

O trabalho de cada um é criar um hardware acelerador FHE e uma pilha de software projetada para processar cálculos FHE em uma velocidade semelhante às operações de dados não criptografados.

Ao fazer isso, eles irão explorar o uso de CPUs com diferentes tamanhos de “palavras” — as unidades de dados que determinam o design de um processador. Eles vão tentar de tudo, desde palavras de 64 bits usadas em designs de processadores modernos até 1000 bits.

Eles também examinarão “novas abordagens para gerenciamento de memória, estruturas de dados flexíveis e modelos de programação e métodos de verificação formal para garantir que a implementação do FHE seja correta por design e forneça confiança ao usuário”, de acordo com a Darpa.

Como o co-design de algoritmos, hardware e software FHE é fundamental para a criação bem-sucedida do acelerador DPrive de destino, cada equipe está trazendo conhecimentos técnicos variados para o programa, bem como conhecimento profundo em FHE.

Se forem bem-sucedidos, podem ter aplicações militares e comerciais significativas. “Atualmente estimamos que somos cerca de um milhão de vezes mais lentos para computar no mundo FHE do que no mundo do texto simples”, disse Rondeau. “O objetivo do DPrive é reduzir o FHE às velocidades computacionais que vemos em texto simples. Se formos capazes de atingir esse objetivo enquanto posicionamos a tecnologia em escala, o DPrive terá um impacto significativo em nossa capacidade de proteger e preservar os dados e a privacidade do usuário.”